A menina incendiada de propósito no Maranhão e o cinegrafista bombardeado sem querer no Rio?
A maior diferença é a indiferença da sociedade no caso da criança “queimada vida” e a consternação do cinegrafista que morreu “bombardeado”.
A criança tinha tudo para viver até a idade do cinegrafista e o cinegrafista já tinha vivido um período que não foi permitido à criança viver.
Por que a presidenta do Brasil, não deu importância e nem consolou a família no caso da criança esturricada viva, mas congratulou os amigos e a família do cinegrafista morto acidentalmente? Por quê?
A explicação mais plausível e terrível a ser concluída neste episódio é que a presidenta quer se reeleger e usa a publicidade que envolve a morte do cinegrafista, desconsiderando a importância da morte da criança. O objetivo fica claro com este procedimento, não quer ficar sem um aliado na próxima eleição.
A família da menina mora no Maranhão e está mais próxima de ser dependente do programa bolsa família, isto a presidenta compra, mas sabe que não consegue comprar a família do cinegrafista, assim desce das alturas da república para cumprimentar a viúva. Tudo que está ocorrendo no Brasil atende interesses e interesses macabros de uns tirando o direito civil e a vida de outros.
Os políticos pressionados pela mídia estão querendo fazer uma lei específica para proteger os profissionais da mídia e até intitulando a lei com o nome do cinegrafista vitimado pelo explosivo.
E as crianças brasileiras, como ficam?
Sem lei com o nome da menina “assada” vida, que poderia também proteger as crianças da violência que as matam de maneira mais bárbara que existe, queimada viva.
É possível que todos os brasileiros, já queimaram uma parte do seu corpo, nem que seja a ponta de um dedo. Doeu, não é? Então pense como é morrer queimado, propositalmente e depois reanalise suas emoções ao saber que o criminoso não vai pagar por este crime sendo queimado vivo. Se a pena dele for muito forte irá passar menos de 6 anos em regime fechado e mais 2 à 4 anos em semi-aberto e ainda mais revoltante é que irá receber solta presidiário e visitas intimas na prisão sustentado pelo imposto pago pelos que ainda estão vivos e trabalhando.
A próxima vítima, não será mais a menina do Maranhão e nem o cinegrafista do Rio. Poderá ser você!
Já pensou nisto?
Tem consciência deste risco?Quer reduzir a violência e aumentar suas chances de continuar vivo?
Vamos mudar, vamos agir, vamos lutar por uma esperança verdadeira, vamos lutar pelo Voto Facultativo!

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